MAAT – Lisboa, Portugal

O MAAT (Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia) está localizado na margem direita do Tejo na região de Belém e é composto de dois conjuntos, o primeiro é uma antiga central termoelétrica, a Central Tejo, revestida em tijolos é um dos mais belos exemplares da arquitetura industrial de Lisboa; e o segundo um novo pavilhão com linhas fluídas e revestimento branco semelhantes a escamas, mas que ao refletir a luz quente da margem do rio adotam um tom levemente dourado. Janeiro/2017.

Escadaria da Bica – Lisboa, Portugal

Chegamos em Lisboa no dia 31 de Dezembro na parte da tarde e por conta do réveillon não conseguimos fazer muito a não ser comer algo e descansar para a noite da virada. Fomos para o centro para jantar e depois ficamos na Praça do Comércio bebendo vinho e esperando a queima de fogos. O primeiro dia do ano foi todo ocupado por um passeio pelos pontos mais famosos da região central para matar a saudade das ladeiras, escadarias e miradouros de Lisboa. Janeiro/2017.

Parque das Nações – Lisboa, Portugal

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Essa foto é uma das minhas preferidas do meu acervo pessoal. É difícil definir a melhor foto de um ano inteiro, principalmente em 2012 que viajei por vários lugares incríveis e consequentemente fiz muitas fotos interessantes. Mas o especial desta foto para mim é ter conseguido captar uma composição simples em uma área com grande densidade de construções e ao mesmo tempo ter sintetizado um pouco da essência dessa margem do Tejo. Na foto foi possível “encaixar” a passarela de pedestres, a extensa ponte Vasco da Gama e o teleférico. A predominância dos matizes de azul também contribuem para transmitirem a sensação de tranqüilidade desta área. A foto foi feita a partir do Pavilhão de Portugal, projetado pelo mestre Álvaro Siza Vieira, uma obra prima da arquitetura. Fevereiro/2012.

Baixa – Lisboa, Portugal

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Lisboa é uma das cidades que mais gosto na Europa. Não sei bem o motivo, mas talvez por ter morado lá por quase 6 meses e por ter sido minha primeira experiência no exterior. A população portuguesa não é a mais receptiva do mundo e nem a mais bem humorada, fatos talvez agravados pela forte crise econômica que atinge o país nos últimos anos (os jovens são em geral mais receptivos, como era de se esperar). A vida noturna também não é das mais animadas… Em Lisboa, o Bairro Alto é a opção mais famosa e composta por pequenas casas noturnas e bares, mas o grande atrativo da área está nas estreitas ruas, no ver e ser visto, no vai e vem de gente. O grande movimento a partir de certa hora da madrugada migra para as casas noturnas do Cais do Sodré, área junto ao Rio Tejo. São no geral pequenos espaços, lotados de gente e de fumaça de cigarro. Para quem está acostumado com a lei anti-fumo dentro de espaços fechados é um choque entrar numa destas festas. Em algumas festas específicas, o pedir licença para passar era algo inexistente. As pessoas simplesmente abriam caminho empurrando e chutando os outros à sua frente! Algo muito bizarro… Mas como dito antes, mesmo com todos esses contras, ainda gosto muito da cidade! Na foto, a vista da Baixa e do Castelo a partir do ascensor de Santa Justa.

Terreiro de Paço – Lisboa, Portugal

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Também conhecida como Praça do Comércio, essa é provavelmente a área mais turística de Lisboa e parada obrigatória para qualquer pessoa que chegue na capital portuguesa. A implantação à beira do Tejo, o arco de entrada para a Rua Augusta e o Paço da Ribeira (antiga residência do rei) fazem dessa praça um ambiente extremamente especial. Reconstruída após o terremoto de 1755, a praça foi um dos elementos chave no plano do Marquês de Pombal. Atualmente frequentada por turistas, locais e vendedores de haxixe esse é o meu local preferido da baixa Lisboa.