Arquipélago de Abrolhos – Bahia, Brasil

Essa foi a segunda vez no ano que fui para extremo o Sul da Bahia. Na primeira vez fiquei apenas um dia em Barra de Caravelas e segui para a região de Porto Seguro. Agora em Julho de férias repeti parte dos destinos mas com mais tempo em cada localidade. Como o clima na região estava muito chuvoso o nosso plano de ir à Caraíva teve que ser cancelado pois a estrada que liga Trancoso ao vilarejo estava com vários pontos intransitáveis. Desta forma adiantamos os planos para Barra de Caravelas em dois dias. Por conta destes dias extras e de uma melhora significativa no clima decidimos fazer o passeio de 1 dia até Abrolhos. O arquipélago estava na nossa lista de lugares a visitar há algum tempo, e estarmos hospedados na cidade ponto de partida dos passeios durante a temporada de avistamento das baleias Jubarte foi uma feliz coincidência. Depois da trilha pela ilha Siriba retornamos ao catamarã para nos prepararmos para o mergulho livre e no meu caso para o mergulho com cilindro. Depois do almoço foi hora de retornar para o continente e ao longo do trajeto fomos agraciados com a presença de várias baleias e seus saltos. Julho/2017.

Igreja de São Sebastião – Caraíva, Bahia, Brasil

Minha estada pela antiga vila de Caraíva foi bem rápida, apenas o suficiente para fotografar uma pousada e fazer algumas poucas fotos para o acervo pessoal. A qualidade da estrada de Trancoso até a vila de Nova Caraíva surpreendeu positivamente e levou menos de uma hora para completar o trajeto. Lá chegando é preciso deixar o carro no estacionamento (R$15,00 a diária) e fazer a travessia por canoa (R$5,00 por trecho). Março/2017.

Praia de Santo Antônio – Diogo, Bahia, Brasil

O último destino da viagem pelo litoral da Bahia foi a vila de Diogo, um paraíso menos conhecido encravado entre as já muito famosas Praia do Forte e Costa do Sauípe. Pela proximidade fica fácil imaginar que a beleza desta praia seja equivalente às ilustres vizinhas com a vantagem de um maior isolamento e com menor pressão do mercado turístico, de fato, esta é apenas uma das várias praias ao longo da contínua faixa de areia de 17Km que liga as supracitadas localidades. A praia é acessível por carro, mas a partir da vila o caminho mais interessante é a pé numa curta caminhada de 1,5Km pelas dunas. Março/2017.

Igreja de São João Batista – Trancoso, Bahia, Brasil

Depois de um longo dia de trabalho por Caraíva e Trancoso me deparei com este céu incrível após o jantar. Estava sem a câmera e o tripé no momento e fiquei uns bons minutos admirando esse espetáculo que até então estava sem nenhuma nuvem. Decidi voltar para casa e pegar o equipamento para tentar registrar em fotos o que estava vendo. Quando retornei a condição havia piorado por conta das nuvens que começaram a aparecer e não mais se dissiparam, mas até que fiquei satisfeito com o resultado final. Março/2017.

Poço Encantado – Itaetê, Bahia, Brasil

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O poço encantado é mais uma das muitas belezas que a Chapada da Diamantina tem a oferecer. Como está em propriedade particular, é cobrada uma taxa para a visitação e o caminho é facilitado por escadarias até a entrada da gruta. O maior inconveniente do passeio é ter que usar capacete ao entrar. Uma iniciativa muito interessante sobre o ponto de vista da segurança do visitante, mas bem desagradável pela falta de higienização dos mesmos. Tentem imaginar um capacete sendo usado por várias pessoas ao longo de semanas no calor da Bahia e sem ser lavado! Janeiro/2012.

Poço Azul – Nova Redenção, Bahia, Brasil

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Todas as chapadas do Brasil estão na minha lista de lugares a serem visitados, mas a Chapada da Diamantina sempre foi a primeira da lista, não sei bem o motivo, talvez por conta de sua fama. O fato é que finalmente em 2012 conseguimos programar a viagem para essa área quase intocada do interior da Bahia. Um tanto a contra-gosto a Vanessa concordou com o destino. Chegando em Salvador (que não é a melhor opção se seu destino é a Chapada, por conta da distância) pegamos o carro na locadora e já caímos na estrada rumo à Andaraí, nosso primeiro destino. Por se tratar do interior da região Nordeste já estávamos nos preparando para o pior em termos de estrada, mas para nossa surpresa o trajeto de pouco mais de 400Km foi em quase sua totalidade um grata surpresa! Com excessão de um curto trecho da BR-101, todo o percurso apresentou um elevado nível de qualidade e pavimentação recente. Dessa forma foi possível manter uma boa velocidade durante quase toda a viagem. A natureza da região é realmente algo impressionante. O baixo nível de urbanização nos permitiu ver o céu mais estrelado de nossas vidas lá mesmo em Andaraí. A culinária local é outro ponto que merece destaque, como se já não bastasse o saboroso tempero baiano, especificidades regionais tornam a cozinha da Chapada da Diamantina única. Na foto, o Poço Azul, o maior sítio paleontológico submerso do Brasil, possuindo até 16 metros de profundidade e o banho é permitido. Modéstia à parte, mas essa é a melhor foto que vi até hoje do local…