Ponta de São Lourenço – Madeira, Portugal

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O primeiro destino do nosso mochilão depois de Portugal, foi Portugal, mas dessa vez uma das porções insulares do país. Para ser mais exato, fomos para umas das duas regiões autônomas do território português, a Ilha da Madeira. Não sei bem explicar o fato que me motivou escolhe-la como destino da viagem, mas esse foi o primeiro destino para o qual compramos as passagens. A ilha possui uma paisagem bem peculiar, não possui muitas praias como é de praxe imaginarmos uma ilha, já que grande parte da costa é rochosa. Na foto, a Ponta de São Lourenço que é a parte mais à Leste da ilha principal e consequentemente a mais próxima do continente africano.

Casa da Música – Porto, Portugal

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Aproveitei a ida à Fátima para finalmente conhecer a Casa da Música no Porto, já que a cidade apesar de mais longe fica na mesma direção para quem vem de Lisboa. Apesar de ter morado um bom tempo por Portugal, não conheci o país tanto quanto deveria. A Casa de Música era um dos vários projetos de arquitetura que estavam na minha lista para serem conhecidos. Projetada por Rem Koolhaas do OMA, a Casa do Música se tornou um ícone da arquitetura do Porto. Andando ao redor do projeto, é possível notar que apesar do grande nível de detalhes do acabamento previsto com o projeto de formas de concreto, a execução apresentou algumas falhas na transição entre as fases de concretagem. Fizemos a visita guiada para conhecer os ambientes e as salas de concerto. Na foto, a escadaria que liga o hall de entrada à algumas das salas.

Basílica da Santíssima Trindade – Fátima, Portugal

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Com a chegada da Vanessa em Portugal, iniciamos o nosso mochilão pela Europa. Durante os primeiros dias conhecemos algumas cidades portuguesas. O primeiro destino fora de Lisboa foi Fátima. A Vanessa que decidiu esse destino por conta da devoção dela com Nossa Senhora. O santuário é destino de peregrinação de fiéis do mundo todo, e talvez por conta dessa fama toda, acabei por achar a estrutura modesta demais, principalmente já tendo conhecido Aparecida do Norte. Além da antiga capela, local que motivou o início de toda a peregrinação o santuário possui alguns outros espaços de grande porte e uma ampla praça para acomodar celebrações. Na foto, a entrada da ampla Basílica da Santíssima Trindade.

Catedral Metropolitana – Barcelona, Espanha

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Barcelona foi a segunda cidade da Espanha que conheci. É uma das mais famosas do país e essa fama não é à toa! A arquitetura e o planejamento da cidade são realmente primorosos. Os espaços públicos são muito agradáveis e com isso promovem uma vivência urbana intensa. A quantidade de obras do mestre Gaudí é um dos pontos altos da cidade, com destaque especial para sua obra prima, a Sagrada Família. Na foto de hoje, os fundos do altar-mor da Catedral Metropolitana, um dos projetos de igreja mais interessantes que vi até hoje.

Stadhuis – Bruxelas, Bélgica

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Bruxelas mais uma vez aqui no blog. Infelizmente não tive a oportunidade de estar por lá na época de um dos mais belos e coloridos festivais da Europa, conhecido como “Carpete de Flores”. Todo ano a praça central, ou Grand Place como é conhecida, é decorada com um imenso tapete de begônias com padrões e desenhos extremamente coloridos. Na foto, a prefeitura da cidade, que é a construção de maior destaque da praça em questão.

St. Stephen’s Basilica – Budapeste, Hungria

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Essa semana está uma correria incrível! Post curto, mas como sempre, com foto… Afinal esse é o propósito desse blog. A visita por Budapeste foi bem cansativa, já que quase não paramos o dia inteiro. Conhecemos inúmeros pontos turísticos em um só dia. A cidade não tem o relevo mais propício para longas caminhadas, mas em alguns trechos é possível andar por retas bem extensas. Na foto, o interior da cúpula da Basílica de St. Stephen, uma das mais belas que vi até hoje.

Operahuset – Oslo, Noruega

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Mais um post sobre Oslo… Não tenho muita coisa para acrescentar sobre a cidade ao que já escrevi anteriormente, pois ficamos por lá apenas 1 dia inteiro. A arquitetura local possui muitos projetos contemporâneos interessantes (aquele estilo que você se não for arquiteto, estudante ou estudioso provavelmente chama de moderno). Em 2012, quando estávamos por lá, parte da cidade parecia-se com um mega canteiro de obras. Era como se tivessem descoberto uma nova jazida de ouro, um novo poço de petróleo ou então que a cidade estivesse sendo reconstruída por conta de algum desastre. Não pesquisei sobre esse acontecimento, mas meu palpite é que essa área sofreu alterações na sua lei de zoneamento ou algo equivalente para justificar tantas obras novas. Na foto, a rampa lateral da emblemática casa de ópera da capital norueguesa.

Torres de Quart – Valência, Espanha

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O post de hoje é patrocinado por um bondoso ou ingênuo vizinho que deixou seu sinal de wi-fi liberado para todos! Valência é também uma cidade com passado rico e com muita arquitetura histórica. É possível por exemplo ver trechos da muralha que circundava a cidade ainda preservados ao longo da área central. Na foto, a vista do topo das Torres de Quart, essas torres ladeiam uma das entradas da antiga muralha.

P.S.: O texto de hoje foi excepcionalmente mais curto do que o habitual pois estou em uma viagem.

Hyde Park – Londres, Inglaterra

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A viagem por Londres foi muito proveitosa e por sorte quase não pegamos tempo ruim, o que é bem atípico baseado na fama do clima da cidade. Ao longo da maioria dos dias o clima estava ameno e favorável para as várias horas de caminhada pela cidade. O penúltimo dia em Londres foi reservado para conhecermos um dos maiores parques da área central da cidade, o Hyde Park, e mais alguns museus. Na foto, um dos vários campos gramados do parque e a London Eye ao fundo.

Souk – Marrakech, Marrocos

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Marrakech foi o destino principal da viagem ao Marrocos. Como a viagem foi curta, apenas 4 dias, não conseguimos conhecer muito do país. O primeiro dia foi na verdade só a parte da tarde. Chegamos em Marrocos por volta da 11:30, mas até negociarmos os taxis para levar o grupo até a cidade, andar pelos becos até o hostel e fazer check-in de todos, fomos conseguir sair para conhecer a cidade só por volta da 15:00. Nessa tarde andamos pelos mercados, os souks, que na verdade é difícil dizer se são vários ou um único gigantesco. O povo marroquino tem muito gosto pela negociação e dificilmente aceita um não como resposta na hora da venda. Barganhar é a lei na hora das compras, todos os preços são inflacionados já esperando que o comprador pechinche. Isso é cansativo depois de algum tempo e um tanto quanto frustrante pois você nunca sabe ao certo se fez realmente um bom negócio, ou se poderia ter conseguido pagar menos ainda. Como é difícil para um turista saber o real valor das coisas, o segredo na hora da compra é fixar um preço que ache justo pelo item em questão e tentar negociar. Via de regra, eu oferecia em torno de 30% a 40% do valor original, para depois de muito negociar pagar algo próximo à metade do preço de “tabela”. Na foto, uma das últimas fotos que fiz no primeiro dia, um mercado de luminárias e seu comerciante à porta.